segunda-feira, 20 de maio de 2013

Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios…
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida – a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os anjos entreolham-se espantados
quando alguém – ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são…
Mario Quintana )
(poema do livro A Cor do Invisível. 2a. edição. São Paulo: Globo, 2005. p.96.)
Ah! Os Relógios

Poema de Mário Quintana, postado por Leandro Pereira, graduando do IV Semestre de Letras, campus XVI- Irecê-Ba.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fernando Pessoa

Este texto é lindo reflitam ai galera!!!

Fernando Pessoa

Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela,
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfazê-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
“O mais é nada”.



Postado por Amaury Santana (Acadêmico do curso de Letras da UNEB - Campus XVI)
Este texto é lindo reflitam ai galera!!!

Fernando Pessoa

Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela,
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfazê-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
“O mais é nada”.


Postado por Amaury Santana (Graduando em Letras 4º semestre - UNEB Campus XVI)

Fernando Pessoa

Este texto é lindo reflitam ai galera!!!

Fernando Pessoa

Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela,
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfazê-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
“O mais é nada”.


Postado por Amaury Santana (Graduando em Letras 4º semestre - UNEB Campus XVI)

Fernando Pessoa

Este texto é lindo reflitam ai galera!!!

Fernando Pessoa

Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela,
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfazê-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
“O mais é nada”.


Postado por Amaury Santana (Graduando em Letras 4º semestre - UNEB Campus XVI)

Fernando Pessoa

Este texto é lindo reflitam ai galera!!!

Fernando Pessoa

Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela,
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfazê-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
“O mais é nada”.


Postado por Amaury Santana (Graduando em Letras 4º semestre - UNEB Campus XVI)
Este texto é lindo reflitam ai galera!!!

Fernando Pessoa

Navega, descobre tesouros,
mas não os tires do fundo do mar,
o lugar deles é lá.

Admira a Lua,
sonha com ela,
mas não queiras trazê-la para Terra.

Goza a luz do Sol,
deixa-te acariciar por ele.
O calor é para todos.

Sonha com as estrelas,
apenas sonha,
elas só podem brilhar no céu.

Não tentes deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

As lágrimas?
Não as seques,
elas precisam correr na minha, na tua, em todas as faces.

O sorriso!
Esse deves segurar,
não o deixes ir embora, agarra-o!

Quem amas?
Guarda dentro de um porta jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.

Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira, conserva a vontade de viver,
não se chega a parte alguma sem ela.

Abre todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue o sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.

Descobre-te todos os dias,
deixa-te levar pelas tuas vontades,
mas não enlouqueças por elas.

Procura!
Procura sempre o fim de uma história,
seja ela qual for.

Dá um sorriso àqueles que esqueceram como se faz isso.
Olha para o lado, há alguém que precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.

Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfazê-los.
Agoniza de dor por um amigo,
só sairás dessa agonia se conseguires tirá-lo também.

Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás,
pede perdão!

Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando julgares necessário.
Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela.

Se achares que precisas de voltar atrás, volta!
Se perceberes que precisas seguir, segue!

Se estiver tudo errado, começa novamente.
Se estiver tudo certo, continua.

Se sentires saudades, mata-as.
Se perderes um amor, não te percas!
Se o achares, segura-o!

Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
“O mais é nada”.


Postado por Amaury Santana (Graduando em Letras 4º semestre - UNEB Campus XVI)

Tipos de narrativas


Sabemos que o ato de contar histórias remonta ao passado. Antigamente as pessoas tinham o hábito de sentar-se à beira de suas casas nos momentos de descanso e relatar fatos acontecidos, muitas vezes ficcionais, e isso ia passando de geração para geração.
Quem de nós não conhece a história do Chapeuzinho Vermelho, Bela Adormecida e tantos outros clássicos da literatura?
Por mais que o advento da tecnologia tenha desencantado essa magia e, de certa forma, promovido o afastamento entre as pessoas, existem variadas formas de narrativas, sejam elas orais, escritas, visuais ou encenadas, como é o caso do teatro.
Seja qual for a modalidade, o texto narrativo dispõe-se de certos elementos primordiais, que são: tempo, espaço, personagens, narrador e enredo.
E para conhecermos um pouco mais sobre os diversos tipos de narrativa, devemos saber que elas se subdividem em: Romance, Novela, Conto, Crônica e Fábula. Por isso, estudaremos as mesmas passo a passo:

Romance: É uma narrativa sobre um acontecimento ficcional no qual são representados aspectos da vida pessoal, familiar ou social de uma ou várias personagens. Gira em torno de vários conflitos, sendo um principal e os demais secundários, formando assim o enredo.

Novela: Assim como o romance, a novela comporta vários personagens, sendo que o desenrolar do enredo acontece numa sequência temporal bem marcada. Atualmente, a novela televisiva tem o objetivo de nos entreter, bem como de nos seduzir com o desenrolar dos acontecimentos, pois a maioria foca assuntos relacionados à vida cotidiana.

Conto: É uma narrativa mais curta, densa, com poucos personagens, e apresenta um só conflito, sendo que o espaço e o tempo também são reduzidos.

Crônica: Também fazendo parte do gênero literário, a crônica é um texto mais informal que trabalha aspectos da vida cotidiana, muitas vezes num tom muito “sutil” o cronista faz uma espécie de denúncia contra os problemas sociais através do poder da linguagem.

Fábula: Geralmente composta por personagens representados na figura de animais, é de caráter pedagógico, pois transmite noções de cunho moral e ético. Quando são representadas por personagens inanimados, recebe o nome de Apólogo, mas a intenção é a mesma da fábula.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

Postado por Amaury Santana (Graduando em Letras 4º semestre, UNEB)

LÍNGUA FALADA E ESCRITA NO AMBIENTE ESCOLAR: Abordagem do professor e assimilação do aluno.


UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB
DEPARTAMENTE DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS
DCHT – CAMPUS XVI-IRECÊ
COLEGIADO DE LETRAS

Discentes[1]:

Bartira Matos
Leandro Pereira
Marco Antônio Oliveira
Maicon Martins
Rafael Mendes
Ronaldo Araújo


LÍNGUA FALADA E ESCRITA NO AMBIENTE ESCOLAR: Abordagem do professor e assimilação do aluno.










Artigo apresentado à professora Andréa Santos, como requisito de avaliação do Seminário Interdisciplinar de Pesquisa III, relativo ao semestre letivo 2012.2, orientado pela professora Guilermina Souza.


RESUMO: O presente artigo faz uma reflexão sobre os resultados obtidos de uma pesquisa, a qual tem como objetivo verificar se a fala interfere no processo de escrita, bem como a metodologia do professor. Ressalta-se que o trabalho foi realizado com discentes e docentes do 6º ao 9º ano de escolas públicas da região de Irecê e é fruto da inquietação suscitada pelas dificuldades no que se refere à oralidade e escrita. Para embasar teoricamente o estudo, partiu-se da leitura das obras Preconceito Linguístico o que é e como se faz, A Norma Oculta, A língua de Eulália e Não é errado falar assim, de Bagno e A sombra do caos: ensino de língua X tradição gramatical, de Luís Percival de Leme Brito.

PALAVRAS-CHAVE: Oralidade, escrita, professor, preconceito linguístico.


1.            Introdução

É instigante questionar que em meio a tantos estudos voltados para o desenvolvimento e prática da escrita pouco se vê ou discute a respeito da língua falada, suas formas, acontecimentos e consequências na sociedade. Destaca-se a oralidade como fator extremamente importante que se agrega ao estudo da língua portuguesa, e que ainda não possui o destaque devido.
Segundo Bagno (1999), o estudo da oralidade traz como base a utilização da fala como expressão mais significativa para a comunicação e está ligado a cada individuo, assim não pode ser estudada como um elemento exterior. Um dos problemas relacionados está baseado na possibilidade de enfatizar o ensino da gramática normativa, e a imposição da norma culta como único instrumento correto de expressão.
Os estudos relativos à oralidade vêm crescendo nas últimas décadas, Marcos Bagno é um dos precursores nessa área de pesquisa, professor e pesquisador, trabalha o problema do preconceito linguístico relacionando as principais questões sociais, regionais e ideológicas; discute diretamente o uso da gramática na sala de aula e suas influências. Em suas obras o autor defende a variabilidade linguística, pois considera que a língua falada é a primeira manifestação expressiva do ser humano, logo, não pode ser deixada de lado.
Bagno (1999) caracteriza a não aceitação das diferentes formas de falar do indivíduo, e as suas individualidades assim como a desconsideração dos ambientes socioculturais interferentes nesse processo como forma de preconceito linguístico, assim para a não aceitação dessas individualidades o autor parte do princípio de que a fala é a manifestação do ser humano que garante a comunicação direta entre as pessoas.
O trabalho visa estudar a oralidade e suas práticas e interferências na sala de aula trazendo como fundamento metodológico pesquisas realizadas em escolas públicas da região de Irecê nas séries do 6º ao 9º ano. Esses estudos objetivam detectar as diferenças entre a oralidade e a escrita, inclusive a prática docente diante da realidade no ambiente escolar, assim como propor hipóteses para a resolução da situação em foco. A pesquisa se baseia em algumas obras de Marcos Bagno que trata de questões referentes ao estudo da língua, como preconceito linguístico, padronização da língua que segundo ele é vista como pressuposto ideológico para ascensão social. Bagno refere-se ao preconceito linguístico abordado em algumas de suas obras como ridículo, pois a prática do preconceito não considera as diversidades existentes entre as culturas e o contexto social presentes na vivência do indivíduo.
A marginalização do individuo é causada, na maioria das vezes, por fatores sociais e é caracterizada pelas dificuldades de acessibilidade a educação. O sujeito cuja fala é considerada errada vem de uma cultura não letrada, ou passou rapidamente pela escola, a qual aplica métodos impositivos para o ensino da língua e não reconhece a realidade do mesmo, vitimando-o com o preconceito pela sua forma “errada” de falar.
Cabe a escola e instituições educacionais a responsabilidade da aceitação das diversidades da fala condizente com sua realidade essa perspectiva é reforçada por Bagno ao afirmar

É preciso, portanto que a escola e todas as demais instituições voltadas para a educação e a cultura abandonem esse mito da “unidade” do português no Brasil e passe a reconhecer a verdadeira diversidade linguística de nosso país para melhor planejarem suas politicas de ação junto à população amplamente marginalizada dos falantes da variedade não padrão. (BAGNO,1999,p.32).

A partir desse conceito que mostra a escola como fator importante no reconhecimento da diversidade linguística, fez-se um trabalho de investigação no qual buscou identificar a prática da oralidade como fator de influência na escrita assim como a reação dos alunos a essa prática, bem como o comportamento do professor. A oralidade intervém na escrita a partir do momento em que o aluno leva para a sala de aula suas vivências do cotidiano, e isso é comum porque a fala está intimamente ligada às experiências do dia-dia.
 Foram entrevistados professores e alunos do 6º ao 9º ano de escolas públicas da região de Irecê-Ba. Sendo elas: Colégio Municipal Ricarte João Machado, situado no povoado de Sapecado de Presidente Dutra, Escola Municipal Tenente Wilson na cidade de Irecê, Colégio Municipal Eufrásio Vilela Dourado em Ibititá, e Colégio Municipal de Angical, no município de Irecê. Os fundamentos aqui analisados se confirmam com o que diz Luiz Percival Leme Britto na obra “A sombra do Caos”: Ensino de Língua X Tradição gramatical que traz o seguinte conceito
[...] A distinção entre escrita e oralidade não se reduz a questão do modo de representação. Em primeiro lugar, porque nem tudo o que se fala se escreve; em segundo lugar porque a escrita, por sua natureza pressupõe o afastamento espaço-temporal dos interlocutores, o que implica uma reorganização da forma do discurso; em terceiro lugar – e principalmente – porque a escrita, desde sua origem, foram atribuídas funções especificas e diferentes das que couberam à fala. A escrita constitui-se como um (ou vários) sistema discursivo, funcionando “como um complemento da oralidade cumprindo certas atribuições que se situam além das propriedades inerentes a esta”. (BRITTO, 1957,p.84)

Os resultados obtidos evidenciam as situações verificadas e comprovam a utilização da fala como influente no processo de escrita dos alunos. Isso comprovou as inquietações, logo, os acontecimentos da oralidade na escrita são comuns à realidade linguística.
2.            Relação entre teoria e prática

Para compreender melhor a situação do ensino da oralidade e escrita Bagno nesse fragmento afirma

É claro que é preciso ensinar escrever, de acordo com a ortografia oficial, mas não se pode fazer isso tentando criar uma língua falada “artificial” e reprovando como “erradas” as pronuncias que são resultados da história social e cultural das pessoas que falam a língua em cada canto do Brasil. (BAGNO,1999 p.69).

Essa definição compreende os usos da oralidade na sala de aula, portanto Bagno aplica a realidade da interpretação na escola em que o professor como mediador do conhecimento necessita ensinar a forma correta da escrita esclarecendo as formas adequadas para a utilização na fala, porém é necessário reconhecer como corretas as diferentes formas de falar do aluno, pois, esse traz particularidades sociais, culturais que são refletidos no ato expressivo da oralidade.
Uma das principais causas dessa interferência da oralidade na escrita encontra se fundamentada no uso da gramática na sala de aula, uma vez que o ensino dessa gramática impõe regras impossibilitando a compreensão do aluno em relação às formas e aplicabilidades.

Para cumprir bem a função de ensinar à escrita e a língua padrão, a escola precisa livrar-se de vários mitos: o de que existe uma forma “correta” de falar, o de que a fala de uma região é melhor do que de outras, o de que a fala “correta” é a que se aproxima da fala escrita, o de que o brasileiro fala mal o português, o de que o português é uma língua difícil, o de que é preciso “consertar” a fala dos alunos para evitar que ele escreva errado. Essas crenças insustentáveis produzem uma espécie de mutilação cultural. (BAGNO, 1999, p.94).

O fragmento acima destaca um dos mitos nomeados por Bagno. Aqui o foco principal faz referência ao mito que considera a língua portuguesa como difícil. Na verdade essa ocorrência é devido a não adequação do estudo da gramática a fala gerando dificuldade de expressão. Através do ensino em sala de aula o aluno consegue fixar as regras gramaticais e dominar a escrita, mas no momento da expressão na oralidade ele não fala da maneira como escreve, ou seja, o aluno aprende que a frase correta seria “assistir ao filme”, mas sempre fala “assistir o filme”, isso ocorre devido à interferência sofrida do meio em que vive a sua língua sofre variação e se torna capaz de internalizar a fala de acordo com suas realidades. Então se pressupõe que o ensino da gramática precisa ser revisto e que a imposição de usos cheios de regras gramaticais pode fazer confusão na cabeça do aluno.
Ao entender que os usos da oralidade na escrita resultam das práticas do falante no quotidiano e, nota-se que a interferência dessa oralidade na escrita dos alunos não compromete a compreensão das ideias dos professores, nessa concepção Bagno fundamenta teorias para a defesa dos usos da fala como forma de comunicação possíveis afirmando que o falante não necessita se expressar de forma que atenda as necessidades gramaticais para que seja compreendido, o que realmente deve ser abordado é a postura do professor quanto ao ensino de diferentes formas adequadas para vários contextos além do respeito mútuo as diversidades.
É através dessas diversidades que surgem novas expressões causando renovação na língua falada. É o que explica Marcos Bagno

Enquanto a língua é um rio caudaloso, longo e largo, que nunca se detém em seu curso, a gramática normativa é apenas um iagapó, uma grande poça de água parada, um charco, um brejo, um terreno alagadiço, à margem da língua. Enquanto a água do rio/língua, por estar em movimento, se renova incessantemente, a água do igapó/ gramática normativa envelhece e só renovará quando vier à próxima cheia [...]. (BAGNO,1999,p 20).

A língua muda no decorrer dos anos e as expressões faladas vão ganhando novas formas, e é através da fala que se entende todo o processo de formação para a compreensão da língua portuguesa do Brasil.
 A língua falada, entendida como a manifestação expressiva de comunicação do ser humano é responsável pela transmissão de informações de forma concisa, contudo a língua traz consigo a necessidade das mudanças necessárias, e é justamente no processo de mutação que elas apresentam seus contrastes. Enquanto a fala se renova constantemente, a escrita é arcaica e institucional só se renova através de convenções sempre visando interesses econômicos, o novo acordo ortográfico é um dos exemplos claro.

O ensino tradicional da língua, no entanto quer que as pessoas falem sempre do mesmo modo como os grandes escritores escreveram suas obras. A gramática despreza totalmente os fenômenos da língua oral e quer impor a ferro e fogo a língua literária como a única forma legitima de falar e escrever como a única manifestação linguística que merece ser estudada. (BAGNO, 1999, p. 74).

 Com o passar dos tempos ocorrem mudanças na música, na moda, e por que não na língua? A língua precisa estar interligada com as mudanças e acompanhar o desenvolvimento ao longo da história. Os principais causadores dessas transformações são os falantes. A fala se diferencia da escrita, pois, a primeira tem o poder de mudar com o tempo enquanto a segunda manifesta-se nas teorias literárias arcaicas que apenas mudam quando há convenções e buscam os interesses.

3.            Análise dos resultados

A pesquisa surge da inquietação de perceber as possíveis interferências da oralidade na escrita dos alunos na sala de aula, assim como o modo como o professor trabalha essa intrínseca relação. Inicialmente fez-se o seguinte questionamento aos professores: há diferenças nas formas de falar dos alunos? Se houver como são trabalhadas essas diferentes formas de falar?  Posteriormente, foi perguntada com base nas variações linguísticas se a fala interferia no processo de escrita dos alunos. E para os alunos foi apresentado que os estudos apontam que a forma de falar da língua portuguesa varia de acordo com região, cultura e contexto sócio econômico. E, depois disto, fez-se as seguintes perguntas: Quais os procedimentos usados pelos professores para que determinadas expressões orais não influenciem na escrita? O professor usa correção direta? O professor é cuidadoso nas suas intervenções? Você se preocupa em adequar oralidade e escrita?
            Os dados comprovaram que 100% dos professores entrevistados relataram que existem diferenças na fala dos alunos, ou seja, eles apresentam diversidades na oralidade e, segundo os professores, isso ocorre devido às variedades culturais, regionais e sociais.

[...] Se é verdade que no Brasil a língua falada pela grande maioria da população é o português brasileiro (que muitos já gostariam de chamar simplesmente de brasileiro), esse mesmo português brasileiro apresenta um alto grau de diversidade e variabilidade, não só por causa da grande extensão territorial do país – que gera as diferenças regionais, bastante conhecidas e também vitimas algumas delas, de muito preconceito -, mas principalmente por causa da trágica injustiça social que fazia do Brasil, em 2006, o oitavo país com a pior distribuição de renda em todo mundo [...] (BAGNO,1999,p.28).

A expressão linguística oral e escrita representa o retrato de um Brasil diversificado, heterogêneo onde a linguagem reflete fatores culturais, sociais e da tradição oral de cada comunidade, de cada família. A fala é uma manifestação intrínseca do ser humano, uma das primeiras manifestações do indivíduo para se comunicar com os outros e com ambiente em que vive. Compete à escola, respeitar as diferenças individuais, conduzir a linguagem de modo que ela se concretize como instrumento útil, coerente para a comunicação em diversos ambientes, e /ou circunstâncias. Observando-se os aspectos cognitivos da fala e da escrita o professor pode trabalhar as interferências alheias à escola, a bagagem trazida pelo aluno, no sentido de aperfeiçoar sua capacidade de expressão.
Com a comprovação dessas diferenças na fala dos alunos, partiu-se para a questão, que se refere à interferência da oralidade na escrita. A pesquisa constata que 70% dos professores que foram questionados, afirmaram que a oralidade interfere na escrita dos alunos e isso esclarece que essas diferenças são ocorrências corriqueiras em diversos ambientes observados; na escola, nas ruas, nas mais diversas instituições. Apenas 30% dos docentes entrevistados responderam que a oralidade não interfere na escrita dos alunos, pois, segundo esses professores, os alunos se preocupam em adequar oralidade e escrita.
Em relação à pergunta que refere a adequabilidade de escrita e oralidade ao diversos contextos, um aluno de escola Municipal de Angical respondeu: “Eu tento fazer como os professores pedem, mais é muito difícil por que já estou acostumado a falar de um jeito e é ruim agora escrever diferente”. Através da resposta mencionada pelo aluno se percebe as reais dificuldades encontradas pelo mesmo em adequar as regras gramaticais ensinadas na escola, pois, este aluno está inserido num contexto onde utiliza a fala como meio viável de expressão e que adere as formas orais condizentes ao seu ambiente.
A interferência da oralidade encontrada remete também a constatar os resultados observados pelos professores. A fala na escrita está direcionada ao processo cognitivo; quando a criança nasce, a fala é a primeira manifestação, ou seja, inicialmente utiliza-se a fala depois a escrita, por isso ela possui maior facilidade que o adulto para aprender uma nova língua, assim a fala é inato ao ser humano.
A fala é uma manifestação intrínseca do ser humano, por isso não há como evitar essas interferências na escrita, o que realmente se precisa é trabalhar a prática assim como a postura do mestre para que não haja nenhuma forma de preconceito.
Mediante a pesquisa, comprova-se que tais manifestações interferem na escrita. Avaliou-se nessa mesma pesquisa os procedimentos dos professores quanto à correção das interferências da oralidade na escrita. Segundo os alunos, 90% dos professores corrigem essas interferências de forma sútil, ou seja, eles lidam de maneira compreensiva tentando amenizar o erro e corrigi-lo na escrita. Em
Apenas 10% dos entrevistados detectou-se que os professores utilizam correção direta, apresentando assim, um despreparo nas abordagens em sala de aula.

4.            Postura e abordagem do professor

            Uma vez comprovada os resultado de interferências da oralidade na escrita o estudo volta se para o desafio do professor na abordagem dessa situação na sala de aula.
A escola como instituição educativa precisa estar preparada para aceitar as diferenças e saber lidar com o enfrentamento de situações no que se diz respeito ao estudo das variações da língua; para que não permitam nenhuma manifestação de preconceito linguístico.  Quanto à reação do professor em relação a essas interferências da oralidade e escrita foi provado que a maioria age de forma sútil enquanto a menor parte ainda se utiliza de metodologia não adequada para o enfrentamento do problema de interferência entre fala e escrita.
            Segundo Bagno (1999), “As práticas de ensino variam muito de região para região, de escola para escola, e até de professor para professor, de acordo com as concepções pedagógicas adotadas”.
Aqui vale enfatizar que o professor como ser mediador responsável pela formação do aluno precisa trata-lo de forma adequada através do diálogo, além de conhecer as diversidades linguísticas e perceber os fatores influentes na língua, assim também como investigar os processos de formação da fala para realmente entender porque ocorrem essas interferências da oralidade na escrita, sempre partindo do pressuposto de que a língua falada é a representação daquilo que se vive nos ambientes frequentados pela classe social a que pertence.
            Outro ponto em questão se dá pela absorção do aluno no que se refere à prática da oralidade na escrita. Os resultados obtidos comprovaram que apesar da grande maioria utilizar termos do quotidiano nos seus textos, uma pequena parte ainda se preocupa em adequar a sua escrita de acordo com as normas gramaticais.
             Quanto à legitimidade da língua compreende-se que a escola não pode criar em momento algum a ideia de unidade linguística, ou seja, a criação de uma única língua para todos os brasileiros. A respeito disso, Bagno defende que os processos naturais da fala sejam devidamente respeitados. Portanto cabe aos professores orientá-los sobre essas diversidades e suas diferenças, pois, não existe língua certa ou errada e sim adequada e inadequada.

5.            Considerações finais

            Em virtude da complexidade da pesquisa, os pontos aqui abordados superaram as inquietações quanto à constatação da interferência da oralidade na escrita observada em algumas escolas da região de Irecê, assim como a postura do professor em relação à interferência da fala e escrita na sua prática pedagógica.
             Os conceitos dos teóricos aqui trabalhados permitiram juntamente com a prática da pesquisa, a possibilidade de uma nova perspectiva que irá contribuir para que as escolas e os professores tenham uma nova visão no que se refere o enfretamento da escrita com a oralidade no ambiente escolar e a partir daí passem a compreender a oralidade como algo natural ocorrente da língua que o falante usa na sua prática cotidiana.
Sendo a escola uma instituição responsável pela formação do ser, precisa saber lidar com as diferenças e semelhanças entre a linguagem oral e escrita. É papel preponderante do professor, conduzir o conhecimento e a construção da linguagem, respeitando o seu aspecto culto e coloquial. Deste modo, ajudará o aluno a expressar-se segundo suas necessidades e as dos outros, inserindo-se como ser pensante comunicativo em seu meio, em sua época, enfim, como autêntico dono de sua própria linguagem.

Referências

BRITO, Luiz Percival Leme, A sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical. Campinas,SP, ALB, mercado de letras, 1997.

BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico, como é e como se faz. São Paulo, Loyola, 1999.

BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: Novela Sociolinguística. São Paulo, Contexto, 2008.

BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro. São Paulo, Parábola, 2009.

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumo, resenhas. São Paulo: Atlas, 2012.













[1] Acadêmicos do terceiro semestre do curso de Letras da Universidade do Estado da Bahia. barthy@gmail.com, leandro-pereira87@hotmail.com, Maicon_journey@hotmail.com, mantonio@hotmail.com, rafaelsm.luz@hotmail.com, ronaldoaraujo78@hotmail.com.